camada de ozônio

Uma luz no fim do túnel

No final da década de 80, início dos anos 90, muito se falava sobre o aerossol e como o seu uso era prejudicial à camada de ozônio. Neste caso, a ação foi rápida e  políticas públicas consistentes eliminaram a tecnologia. E agora estamos colhendo os bons frutos desta mudança, segundo estudo publicado há alguns dias pela revista científica Science. De acordo com pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) que conduziram as pesquisas, o buraco na camada de ozônio sobre a Antártica está encolhendo!!!

É isso mesmo. Uma ótima notícia para a continuidade da vida no planeta, já que a camada de ozônio protege animais, plantas e seres humanos dos raios ultravioletas emitidos pelo Sol, que poderiam acabar com todos os seres vivos do Planeta Terra. Esses buracos sobre a Antártica estão sendo acompanhados desde o final da década de 70, e, mais uma vez, o homem era o principal vilão nesta história, especialmente pela utilização dos clorofluorcarbonetos, ou CFCs, encontrados no aerossol, e também em aparelhos de refrigeração, solventes, entre outros. Assim, em 1987, diversos países assinaram o Protocolo de Montreal, comprometendo-se a eliminar, em 10 anos, o uso dessa substância danosa, acordo visto por muitos como o mais bem-sucedido da história.

O estudo aponta que o buraco na camada de ozônio foi reduzido em 4 milhões de quilômetros quadrados, área equivalente a 47% do território brasileiro. Deveríamos rezar para que este mesmo engajamento fosse visto em relação ao aquecimento global. É claro que este segundo tema é muito mais complexo e exige mudanças em diversos itens, inclusive no comportamento das pessoas. Vamos torcer para que esta conquista sirva de estímulo e mostre como organização e boa vontade podem gerar muitas coisas positivas.

(Foto: Pixabay)



 

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2 opiniões sobre “Uma luz no fim do túnel”

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